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9.2.09

Se quiserem,... leiam



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"Está bem ... façamos de conta",
por Mário Crespo, no JN.



4.11.08

Opiniões diversas



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"Quem se mete com a gente leva", por Mário Crespo.



31.10.08

Sobre o combate à corrupção



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"Peço justiça"
por Paulo Morais

"Há já alguns anos que venho denunciando junto do Ministério Público crimes cometidos em Portugal, ao nível do urbanismo e do ordenamento do território. A sua existência, à vista de toda a gente, não carece de prova. O cenário propaga-se por todo o país: mamarrachos que desfeiam a paisagem, uma pressão imobiliária que compromete a qualidade de vida colectiva."

Lê aqui o resto deste artigo.



24.10.08

Acreditas em tudo o que lês?



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"Banqueiros do povo"

"... Chamam-se FIIAH mas não fiam nada. Os Fundos de Investimento Imobiliário para Arrendamento Habitacional compram-lhe a casa, livre de impostos, voltam a arrendar-lha e, no final, vendem-lha de novo, se você quiser."

Leitura imperdível. Digo eu ...



16.10.08

Entrevista imperdível



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Gosto de deixar aqui motivos para pensar. É o caso de muitas das afirmações contidas nesta recente entrevista dada por Medina Carreira e conduzida por um dos bons jornalistas da nossa televisão.

A meu ver, vale bem a pena, especialmente a partir dos primeiros 7 minutos da entrevista. À consideração dos amigos leitores ...



11.10.08

Crisis? What crisis?



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O

s tempos que correm são dominados pelas questões financeiras. Mais concretamente, pela chamada Crise Financeira que abala o mundo. Não há jornal, telejornal ou programa de rádio que não refira a existência da crise. Mas estaremos mesmo em crise?


Já na década de 70 do século passado, os Supertramp perguntavam “Crise? Qual crise?”. É um assunto recorrente, do qual, volta e meia, não nos livramos. E, desta vez, parece que chegou em força. Esta crise ou, como disse recentemente Steve Balmer, CEO da Microsoft, "estes problemas", são consequência, digo eu, da gripe que atacou todo o sistema financeiro mundial. Causada pelo vírus da ganância e da falta de bom senso de muitos. E acelerada pela globalização e pela falta de confiança generalizada, que se repercute diariamente nas Bolsas de todo o mundo. A este nível, o corpo, o hospedeiro é todo o mundo. E o mundo está visivelmente doente.


Que a economia funciona por ciclos já todos sabíamos. E a um ciclo de forte crescimento económico, em que o último terá sido nos anos 90, segue-se um ciclo de desaceleração desse crescimento (que já dura há meia dúzia de anos), de estagnação, ou mesmo de decrescimento - a chamada recessão. A qual já se anuncia em países nossos vizinhos e parceiros comerciais, o que é deveras preocupante.

Por tudo o que ouço, leio e presencio, concluo que as piores consequências desta fase má por que passa o sistema financeiro mundial ainda estão para chegar. Penso que é ser realista pensar que não iremos conseguir passar incólumes. Não nos iludamos, se os nossos parceiros comerciais entrarem em recessão económica, como parece ser o caso da Espanha, nós teremos a mesma sorte. Inevitavelmente.


As consequências mais visíveis serão ao nível do que conhecemos por economia real - o Estado, as Empresas, as Famílias. Na prática, todos nós. A falta de liquidez do sistema, o decréscimo do investimento, as dificuldades de tesouraria nas empresas e instituições, a reestruturação e o encerramento de empresas com o consequente aumento do desemprego, a redução do rendimento disponível das famílias e a baixa no consumo privado são, todos eles, consequências expectáveis daquilo que se avizinha. Infelizmente, digo eu.


A forma como se está a tentar combater esta doença, injectando confiança (e milhões, muitos milhões) nos mercados, parece-me ser uma boa forma de combater a situação no curto prazo. Todos os responsáveis governativos, de todos os países que contam, parecem de facto estar sensibilizados e activos nessa urgente e imprescindível tarefa. Ainda bem. Oxalá isso seja suficiente.

Mas temo, não tememos todos?, que as dores causadas pelo combate à doença deixem sequelas graves. Infelizmente, parece que assim será, até que finalmente passem os piores momentos. Que a cura seja rápida, digo eu, esperançado.



30.9.08

Marketing agressivo



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U

ma das coisas que mais diferença me faz são aqueles telefonemas para nossa casa, para nos tentarem vender isto e mais aquilo. São pessoas que, normalmente, até parecem simpáticos e bem intencionados. Costumam apresentar-se sob um nome mais ou menos credível, tipo "Instituto de Saúde" ou algo do género. E gostam de nos anunciar as mais apetecíveis ofertas, além de serviços dos quais nem sabíamos que precisávamos. 

Estes métodos de venda, agressivos e enganadores, acabam por ser um martírio para muitos de nós. É que, por uma questão de simpatia, ainda mantemos o hábito de atender o telefone ou telemóvel quando as chamadas não estão identificadas. Mais cedo ou mais tarde, deixaremos de o fazer.

Na última vez que fui incomodado, fiquei sabendo que tinha sido "seleccionado" para receber a oferta de um fabuloso fim-de-semana para duas pessoas. Fantástico! Mas quando a esmola é grande ....

Agradeci a oferta e pedi que me enviassem pelo correio. Não! Tinhamos de ir à Alberaria Xis, no dia seguinte e a determinada hora, para levantar a magnífica oferta. Mostrei que não estava interessado, agradeci (nem sei porquê, mas lá agradeci) e disse que ia desligar. O telefone voltou a ligar e, na prática, quase acabei por ser insultado antes de terminar o telefonema. 

É o tele(fone)marketing no seu pior. Quando é que alguém, dos responsáveis deste país, pensa seriamente em regulamentar esta horrorosa e abusiva actividade? Eu, pela minha parte, já não atendo o telefone se a chamada não estiver identificada. Digo eu ...



21.9.08

Tudo na mesma ... ou quase



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E

ntretanto, por cá, a Cartelização está na ordem do dia por causa dos preços dos combustíveis. E do fornecimento de refeições a instituições públicas. Mas não só. Também já chegou a nova temporada política, na qual o que está a dar é avançar com nomes de putativos candidatos a isto e mais aquilo, e de críticas e mais críticas (para quem não sabe, em política isso parece ser normal) sobre tudo e mais alguma coisa.


O que eu não percebi é que razões terão levado (a ser verdade a notícia aqui publicada), a Presidência da República, a Procuradoria-Geral da República e a SCM Lisboa, além de escolas e hospitais, a pedirem casas de habitação para terceiros à CM Lisboa. Não percebi, mas isso deve ser problema meu.

Lá por fora, debatem-se as Presidenciais Americanas. Serão em Novembro, e só aí iremos saber quem vai definir as políticas que nos entrarão pela porta principal. Será Obama (oxalá) ou será McCain (antes pelo contrário)?

Outra vez entretanto, e ainda cá pelo burgo, já recomeçou o futebol da 1ª Divisão. Nunca me satisfez aquela coisa da BWin Liga nem da Superliga ou destas mais recentes Liga Sagres, Liga Vitalis e Carsberg Cup. Para mim, o campeonato principal é 1ª Divisão e não essas designações que dão primazia ao comercial. O que se seguirá? Nomes de clubes à moda do ciclismo, assim tipo Sporting-BES-Puma ou Benfica-CocaCola-Adidas?

Neste novo campeonato, que teve 2 jornadas e parou logo 3 fins-de-semana seguidos (será mais uma invenção nacional?) parece que o Sporting vai à frente. Não tem jogado nada que se veja, mas pelos vistos vai ganhando os jogos. Já o Benfica, nem joga bem nem ganha. Mas mantém a esperança, pois claro que sim. Quanto ao FC Porto, ao que parece anda a ser assobiado pelos seus próprios adeptos. Nada de novo, como se vê.

Interessantes, mesmo, são estas afirmações sobre o SNS. Ah, também se fala por aí numa nova crise financeira mundial. Diz que pode ser grave ...




18.9.08

Leituras com interesse



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"Por que não desce o preço da gasolina"?
"Sem causas nem norte"
"A salvação do capitalismo"
"O fim da alquimia financeira"



12.9.08

Lido por aí ...



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"Em Portugal, escrever sobre blogues é como ler o País que temos. A nossa blogosfera tem todos os defeitos da sociedade portuguesa, mas acrescenta liberdade ao debate democrático. Exagerar a importância dos blogues é tão absurdo como tentar desmentir a sua influência na agenda mediática."

Paulo Pinto Mascarenhas, in "Jornal de Negócios"