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22.2.10

Informação relevante



V

ivemos, hoje em dia, numa sociedade com abundante informação e na qual, muitas vezes, a dificuldade está em filtrar o que é ou não a verdadeira informação relevante. O projecto que hoje aqui divulgo vem colmatar uma importante lacuna, ao nível da sistematização de informação comparativa e evolutiva sobre o nosso país.

Trata-se da PORDATA, uma Base de Dados de Portugal Contemporâneo organizada Fundação Francisco Manuel dos Santos, de que é responsável António Barreto, com a qual a fundação pretende "dar um contributo para a formação de opiniões livres, condição de progresso da sociedade e dos cidadãos".


http://www.pordata.pt

Parece-me ser uma excelente iniciativa, que acredito irá constituir-se como uma fonte predilecta para os mais diversos estudos, análises, trabalhos académicos e similares, não só porque o seu acesso é absolutamente livre, mas ainda pelas diversas possibilidades que disponibiliza para exportação dos dados.

Estão de parabéns os responsáveis por esta ideia.



28.1.09

OCDE? Hummm ....



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Muito interessante, esta desconstrução sobre um “alegado” estudo da OCDE sobre a Educação, feito no blogue "31 da Armada", por Carlos Nunes Lopes:

1ª parte - 2ª parte - 3ª parte - 4ª parte - 5ª parte - 6ª parte

via "Blasfémias".



26.10.08

Praxes: uma evidência de estupidez



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Nunca consegui gostar das praxes académicas. Ainda menos de faltas de respeito, do evidente défice de amor-próprio existente nestas situações e do abuso da fragilidade alheia. A meu ver, as praxes são assim uma coisa algo estúpida!



Bem, na verdade, talvez tenha exagerado. O que eu queria mesmo dizer era: as praxes, tal como são feitas actualmente, em minha opinião constituem uma excelente evidência de estupidez. E a estupidez, como sabemos, tem tendência para se alimentar a si própria.



Estas fotos retratam pormenores de algumas das praxes deste ano de 2008, ocorridas em plena Praça do Giraldo, em Évora.

Enfim, coisas ....



24.9.08

Magalhães



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F

ica bem a qualquer responsável, ajudar a dinamizar o acesso à sociedade da informação. Foi o caso do programa e-escola, que permitiu a muitos cidadãos a compra de equipamentos a preços mais baixos que os preços normais do mercado informático. Foi uma iniciativa interessante, que deu sinais positivos à comunidade educativa.

É também agora o caso do alargamento desse programa a estudantes de mais tenra idade - do 5º e 6º anos de escolaridade. Aqui, vejo também com bons olhos o surgimento deste novo computador, que dá pelo nome de Magalhães, acessível aos alunos logo desde o 1º ano de escolaridade. O qual, em função do seu preço, poderá possibilitar o acesso a este tipo de equipamentos a agregados familiares de menores capacidades económicas.
Independentemente de tudo o resto - e tudo o resto espelha bem a nossa política caseira, independentemente disso, dizia eu, julgo que estamos perante um conjunto de medidas acertadas e que muito poderão contribuir para a melhoria futura das capacidades dos nossos jovens. Para progredir e para se desenvolver, um país também precisa destas iniciativas. O meu aplauso.



17.9.08

Modernices pedagógicas



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Só em Barcelos? E o resto do país, do que está à espera?